quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

PRECE DE NATAL


SENHOR, escutai a minha prece: 


Que cessem as guerras para que se possa viver em paz. Que o ódio acabe e que prevaleça o amor. Que haja mais perdão do que mágoas. Que haja menos desesperanças fazendo com que, em cada coração, a esperança renasça a cada novo dia. Que se deixe para trás todas as tristezas, decepções e angústias e que as alegrias preencham nossas vidas, nossos dias e nossas relações, pois cremos num mundo melhor.

Agradecemos a Deus pelo alimento do corpo e da alma, mas rogamos por aqueles que não o têm. Agradecemos pela saúde, pelo trabalho e pelas oportunidades que tivemos  de ter tido uma boa família, de conviver com pessoas legais e por fazer muitos amigos, de estudar, de conhecer coisas e lugares e de viver decente e honradamente. Mas, imploramos que Deus olhe por aqueles que não tiveram nada disso. Agradecemos a mão amiga sempre estendida nos momentos de necessidade e  da companhia amiga nos momentos de solidão ou dor e da consolação nos momentos de aflição. 



E rezamos para que todos encontrem em “DEUS”: o amor, a saúde, a prosperidade e a paz.

Feliz Natal 

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

MIOPIA, HIPERMETROPIA E ASTIGMATISMO



DISTÚRBIOS PERCEPTIVOS VISUAIS 

O olho é um órgão complexo. Ele é formado pela córnea, íris, pupila, cristalino, retina, nervo ótico e esclera.

A córnea é uma membrana convexa e transparente que tem a função de cobrir a parte mais externa do olho. A íris é a parte colorida do olho. A pupila é um orifício (ponto preto no centro da íris) por onde entra a luz. Já na parte interna do globo ocular estão: o cristalino é uma membrana ovalada e esbranquiçada que recebe e envia a luz para a retina, uma película bastante sensível à luz. Entre o cristalino e a retina existe um líquido chamado humor vítreo que conduz a luz. Ligado á retina está o nervo ótico que tem a função de enviar para o cérebro as imagens formadas. Cobrindo toda a parte branca do globo ocular há uma membrana chamada esclera.

Para que se possa ver, a luz deve atingir a córnea, entrar na pupila, passar pelo cristalino e ser refletida para a retina onde as imagens se formam e, em seguida, para o nervo ótico.

Dentre os distúrbios perceptivos visuais são comuns: a miopia, a hipermetropia e o  astigmatismo. A diferença entre estes distúrbios está na curvatura da córnea, pois o que ocorre, nada mais são do que falhas de refração ou de foco.


Na miopia, a córnea é muito curva e faz com que a luz refrate de forma a não atingir o ponto correto da retina. Assim, as imagens se formam antes de atingi-la provocando uma dificuldade em enxergar o que está distante. As imagens ficam embaçadas ou não percebidas. Isto também pode ocorrer quando o formato do olho é mais alongado.


Na hipermetropia, a córnea é mais rasa ou plana, fazendo que as imagens dos objetos se formem depois da retina, causando uma dificuldade em enxergar os objetos que estão mais próximos. As imagens ficam embaçadas ou borradas, enquanto que o restante fica nítido. Isto também pode ocorrer quando o formato do olho é pequeno.


No astigmatismo, a córnea é mais ovalada do que esférica, permitindo que a visão dos objetos fique distorcida, tanto para longe como para perto. Isto porque a luz atinge vários pontos da retina. Nestes casos, são comuns as queixas de dores de cabeça (cefaleia) e de que a luz incomoda (fotofobia) provocando lacrimejamento.

Estes distúrbios não são adquiridos, ou seja, não ficamos míopes, hipermetropes ou com astigmatismo ao longo dos anos. Ao contrário, nascemos assim.

Para uma criança é difícil perceber que enxerga mal porque ela sempre enxergou daquela forma.Por isso, acredita que todas as pessoas enxergam assim.  É preciso que os pais estejam atentos e consultem o oftalmologista a cada dois anos e, impreterívelmente, quando decidirem colocar a criança na escola. 

A correção destes distúrbios é simples com o uso de lentes corretivas. Após a maioridade (21 anos), por estarem terminados os estirões de crescimento, os médicos recomendam a correção cirúrgica. Estes distúrbios, embora não impeçam que a criança aprenda, trazem muitos problemas e rótulos para elas.

Saber destes distúrbios ajuda na colocação de crianças na sala de aula. Miopes e astigmatas devem sentar nas primeiras carteiras. Outra preocupação com os astigmatas são os reflexos luminosos que incidem na lousa. A localização da criança deve ser oposta a esta incidência.Já os hipermétropes devem sentar no centro da sala. 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

CANTAR ALEGRA A ALMA E MELHORA A INTELIGÊNCIA

Verdade! As músicas infantis auxiliam a desenvolver a memória tornando as crianças mais inteligentes.

Aprendam e ensinem aos filhos e alunos estas músicas do cancioneiro português. Neste vídeo há uma porção delas. São alegres e divertidas.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

VOCÊ SABE O QUE É PROSOPAGNOSIA?

DIFICULDADES PERCEPTIVAS VISUAIS



Você reconhece facilmente uma pessoa que não vê há muitos anos? Com certeza, você leva algum tempo para reconhecê-la porque as pessoas mudam com o tempo: crescem, envelhecem, engordam ou emagrecem, pintam os cabelos etc.

Reconhecer o rosto de uma pessoa é uma atividade cerebral muito importante, pois, todo ser humano é um ser de relações sociais. Do reconhecimento do rosto das pessoas dependem as relações de amizade, de trabalho e de estudo.

Para que o rosto de uma pessoa seja identificado, o cérebro precisa acionar várias áreas cerebrais e com diferentes funções. Por exemplo: Quando vemos uma pessoa, pela primeira vez, percebemos visualmente seus traços mais importantes (formato do rosto, nariz, olhos e boca). Formamos, então, uma imagem que fica guardada na memória. Passamos algum tempo sem vê-la e quando a reencontramos, nosso cérebro procura encontrar a imagem dessa pessoa, dentre as inúmeras imagens de rostos arquivados. Como a imagem guardada é muito antiga, não combina com a imagem vista no momento. Então, o cérebro busca uma imagem que seja o mais semelhante possível. Compara essa imagem com a imagem real. Sem muita certeza, ainda, o cérebro busca informações em meio às lembranças associadas a essa imagem. Elas também podem ser expressas verbalmente durante a conversação. Quando os dados combinam, você se lembra de outros detalhes e reconhece a pessoa. Estes esquecimentos são normais, principalmente, se você lida diariamente com muitas pessoas.

Imagine, agora, uma pessoa que não consegue perceber o rosto das pessoas. Não vê o rosto das pessoas ou os enxerga com uma forma muito embaçada e deformada.  Assim é a prosopagnosia: uma incapacidade ou uma dificuldade constante na percepção visual dos rostos das pessoas e que envolve e atrapalha todo o funcionamento cerebral.

A prosopagnosia é uma inabilidade congênita causada por um distúrbio hereditário provocado por uma mutação genética. Mas, não tem um causa única ou um lugar especifico para ocorrer. Pode estar na entrada da informação, no processamento ou na resposta dela.

No início da vida, os bebês apresentam uma dificuldade no reconhecimento de rostos devido á imaturidade visual e depois melhora. Entre o 8º e o 12º mês de vida, as crianças normalmente apresentam uma recusa diante de pessoas estranhas ao seu convívio. No entanto, se esta atitude permanecer após esse período, os pais devem procurar um especialista para verificar o que está acontecendo e evitar problemas emocionais e psicológicos.

As crianças prosopagnas sofrem de desorganizações momentâneas que as fazem reagir com irritação e medo, se as pessoas de seu convívio cortam os cabelos ou enrolam toalha na cabeça após o banho. Normalmente, ficam isoladas. Podem brincar com outras crianças, mas ficam confusas por não as reconhecerem mais tarde.

No Ensino Fundamental, as crianças prosopagnas mostram-se desatentas, distantes, olham tudo ao redor e se sentem pouco à vontade com a professora e colegas principalmente no início do ano letivo. Podem apresentar dificuldades de aprendizagem ou não. 

Quando diagnosticadas, entre os 10 e 14 anos, já compreendem o problema e desenvolvem estratégias de reconhecimento, fazendo com que os comportamentos não sejam tão estranhos. Os adultos também passam por situações constrangedoras e inusitadas.

fonte:
http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/o_mundo_das_pessoas_sem_rosto.html
http://neuropsicopedagogianasaladeaula.blogspot.com.br/

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

JOGO DE ARGOLAS DE GARRAFA PET

Confeccionar um jogo de argolas é bem fácil. Assista o vídeo e saiba como fazê-lo. Nele, você também saberá que objetivos são trabalhados. no final deste filme, você encontrará outros, como por exemplo, a confecção de instrumentos musicais e origamis  próprios para a Educação Infantil.


Mãos a obra, minha gente! E veja a felicidade da garotada.

sábado, 10 de novembro de 2012

PARABÉNS A TODOS OS PSICOPEDAGOGOS



À TODOS OS PROFISSIONAIS DA PSICOPEDAGOGIA

QUE ESSE, SEJA UM DIA PERFEITO, REPLETO DE MUITAS REALIZAÇÕES E BÊNÇÃOS ILUMINADAS E SUCESSOS.

sábado, 3 de novembro de 2012

TRABALHANDO A LEITURA COM DEFICIENTES INTELECTUAIS


Várias são as formas de se trabalhar a leitura com crianças deficientes. Mas, as mais eficientes são as que adquirem um formato de brincadeira. Afinal, a criança com deficiência intelectual também gosta de brincar tanto quanto qualquer outra. Por isso, procuro fazer com que a leitura seja uma tarefa agradável para elas.

1- Começo com a leitura de sílabas usando o alfabeto móvel. Com as letras da palavra que quero que a criança leia brinco de montar e desmontar como se fosse um quebra-cabeça.
Reviso cada letra primeiro, depois as sílabas, junto-as e separo-as algumas vezes. Outras vezes, embaralho e a criança remonta.


 Á medida  que vou obtendo respostas positivas, vou progredindo nas dificuldades. 

2- Na primeira figura, a criança lê a palavra e pinta o objeto a que ela se refere. Na segunda, ela relaciona a figura à palavra que a representa. Na terceira, encontra o nome da figura num mini caça-palavras.

  

3- Mais tarde, mudo um pouco o formato: mesma letra ou sílaba inicial com outra diferente para aprender que as palavras variam. Depois de entendido, as palavras terminam com a mesma sílaba enquanto as primeiras são diferentes. Ou ainda com palavras totalmente diferentes.

 

4- Por fim, um exercício de ligar, que elas adoram.