segunda-feira, 9 de julho de 2018

VACINAÇÃO INFANTIL: um alerta importante



Peço licença aos leitores deste blog para interromper o assunto que vínhamos tratando para tratar de outro de suma importância: a vacinação das crianças. Garanto a todos que não tenho nada a ver com governo ou ligação com qualquer emissora televisiva. O que me move neste sentido é minha sensibilidade de mãe e de educadora.


Todo pai e mãe quer o melhor para seus filhos. Por isso, se preocupa com uma possível abordagem de meliantes, pederastas, amigos indesejáveis etc. Procuram sempre dar o que os filhos necessitam como: uma boa alimentação, uma boa educação escolar, estar com a tecnologia atualizada sempre que possível, criam oportunidades de lazer e desejam que os filhos estejam sempre saudáveis.

Cumprem assim, a tarefa de educar, dar segurança e proteção. E nessa proteção. Muitos até exageram nessa proteção quando impedem ou não ensinam os filhos a agirem com autonomia. Mais tem um quesito dentro dessa proteção que não está sendo cumprido, seja por falta de tempo, desconhecimento ou por descaso. Trata-se da vacinação dos filhos.


Vivemos numa cidade gigantesca (a 3ª maior e mais populosa do mundo) chamada São Paulo. Além de ser uma bela cidade, temos alguns problemas por conta do seu gigantismo. Um deles é a qualidade do ar que respiramos. E não é somente pelo ar. Eles estão por todos os cantos ao nosso redor. Nossas mãos são fortes introdutores desses seres invisíveis.


Nas últimas décadas, a poluição tem sido muito maior que o desejado. E, em meio a essa poluição, inúmeros vírus, bactérias e bacilos circulam constantemente pelo ar. Ao respirarmos inalando um ar contaminado por gases tóxicos e por uma série de vírus, bacilos e bactérias que causam doenças sérias e que podem levar à morte.

São doenças bastante conhecidas, mas que já não ouvíamos falar delas há mais de 50 ou 60 anos. Antes da década de 1950, acreditava-se que eram doenças infantis benéficas pelas quais todas as crianças deveriam passar. Os casos mais graves dessas doenças e as mortes que ocorriam por conta delas eram ou pouco divulgados ou nem eram para não alarmar a população.


A partir de 1950, o governo brasileiro entendeu que era melhor imunizar a população com o auxílio de vacinas do custear o tratamento das complicações que essas doenças produziam. Assim, a partir dos anos de 1950, a população foi sendo vacinada em massa até que essas doenças não atingissem mais ninguém.
Por isso, o desconhecimento por parte da população de pais mais jovem que foram imunizados e que acham que não precisam fazer o mesmo com seus filhos. Mas, hoje em dia essas doenças estão voltando e são noticiadas por todas as mídias.

CONHECENDO AS VACINAS

As vacinas foram descobertas por cientistas do século XVIII. Foram aliadas da Medicina tanto para prevenir certas doenças ou para amenizar a gravidade das complicações das doenças.


Com o avanço tecnológico, os estudos mais apurados das doenças por pesquisadores que não medem esforços nesses estudos e a ajuda da população pode-se erradicar algumas doenças.

Erradicar significa que os vírus, bacilos ou bactérias podem entrar no corpo de uma pessoa sem que isso lhe cause a doença, porque seu corpo está alerta e criando constantemente anticorpos presentes no sangue para combatê-los assim que são percebidos. Em outras palavras para melhor entendimento, os vírus continuam habitando e proliferando no ar, mas as pessoas não ficam doentes. É o caso da varíola, da poliomielite, rubéola, do sarampo, da catapora, da caxumba, entre outras.


Por esse mesmo princípio, outras estavam na mira da erradicação: o tétano que causa a amputação de membros, o HPV que causa o câncer de útero, a febre amarela, a gripe, o rota-vírus e outras mais. Mas para que as doenças sejam erradicadas é preciso que a população colabore tomando essas vacinas.

Mas, as pessoas acreditam no que as pessoas comentam nas redes sociais. São pessoas descrentes, mau-informadas ou mal-intencionadas que comentam contra as vacinas. “Não se pode acreditar em tudo o que se lê nas redes sociais”.

Uma das coisas que são publicadas, citam a “reação das vacinas”. Em primeiro lugar é preciso dizer que nem todo mundo apresentam reações após tomar uma vacina. Segundo, as reações são bem fraquinhas, como por exemplo, uma pequena febre que dura um ou dois dias no máximo. Agora pensemos no que mais vantajoso: um ou dias de febre baixa ou a vida inteira sofrendo os efeitos da doença ou a morte de seu filho?

Uma outra coisa que se diz nas redes sociais é que “as vacinas têm vírus, bacilos e bactérias vivos”. Sim, é verdade. Estão vivos para que nossos anticorpos possam reconhecê-los e combatê-los. Mas, embora estejam vivos, passaram por um sério e longo processo de descontaminação de qualquer doença que poderiam transmitir. E eles não causam nenhum mal.

Por isso, vacine seu filho sem medo. As vacinas são benéficas. Além do mais, o governo gasta milhões de reais na compra das vacinas. Um dinheiro que é meu, é seu e de toda a população. Mesmo que você ouça dizer que as vacinas são de graça, que você não pagará nada por elas, fique certa de já pagamos antecipadamente por cada uma delas, quando nos cobram os impostos mais caros do mundo. Você jogaria no lixo esses milhões de reais? 

Eu não faria isso e acredito que você também não jogaria. Então, vamos tomá-las sem medo, pois nos deixarão fortes e saudáveis. Saiba quais vacinas seu filho deve tomar na próxima postagem.


TOMAR AS VACINAS OU FAZER SEUS FILHOS TOMÁ-LAS É UM DIREITO SEU E UMA OBRIGAÇÃO DO ESTADO.  

VOCÊ NÃO ESTÁ FAZENDO FAVOR ALGUM AO GOVERNO.  AO CONTRÁRIO, ELES DEVEM ISSO A VOCÊ.


Fontes:
Ministério da Saúde

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